tão grande é a àrea,
pequena para um grande homem.
tão pequeno este homem,
soberano da grande área.
vida vivida no fio da navalha.
veio da favela o dito nobre,
barão e rei da grande área.
peixe, bad boy, hoje é senhor,
peixe, bad boy, hoje lutador.
herói e vilão a cada comemoração,
golll, show, plástica, métrica e até rimas.
díficil aceitar que uma arte,
só tenha um soberano,
rei pelé, eterno susserano.
o baixinho a ferro e fogo,
com talento e muito esmero,
fez da grande área seu feudo.
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Um comentário:
Tá falando do Romário?
Já foi tarde!
Pelo menos teve a honradez de admitir a superioridade da torcida rubro-negra, a maior do mundo.
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